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Técnicos do Instituto de Assistência à Saúde do Funcionalismo (Imasf), de São Bernardo do Campo, estiveram ontem na Prefeitura de Santos para conhecer o sistema de pregão eletrônico utilizado pela Secretaria Municipal de Saúde. A autarquia oferece assistência médica e hospitalar a 44 mil beneficiados e ainda gerencia farmácia própria, com medicamentos de baixo custo, vendidos a servidores e à população em geral.
“Acreditamos que o pregão eletrônico agiliza o sistema e traz modernização. Além de oferecer maior segurança nas compras e até moralização”, ressaltou o assessor da superintendência do Imasf, Gilberto Valdrighi. Os pregões são como um leilão invertido, ou seja, as empresas fazem as ofertas on-line e a que oferece o menor preço é escolhida.
O presidente da Comissão Municipal e Permanente de Licitações da Secretaria de Saúde, Cristian Mark Weiser, diz que já no ano passado uma comitiva de Cubatão veio conhecer o sistema de compras on-line usado em Santos. “O trabalho desenvolvido aqui está se tornando uma referência para vários municípios da região e também de outras localidades”, garante Weiser, lembrando que isso é fruto de um trabalho em equipe.
- Vantagens:
O gerente de Contas da agência do Banco do Brasil em SBC, Eduardo Machado, explica que alguns órgãos ainda preferem o pregão presencial, mas a tendência é de massificação do sistema eletrônico. “As vantagens são a redução do custo, transparência e a concorrência entre fornecedores de todo o país”. O Banco do Brasil é o responsável pelo sistema utilizado pela Prefeitura.
A Secretaria de Saúde de Santos adotou o pregão eletrônico em 2005 e o utiliza para aquisição de medicamentos, materiais de enfermagem e equipamentos. No primeiro ano foram realizados 126 pregões, dos quais 104 foram homologados. No ano passado, houve um aumento de quase 30% neste tipo de compra. Foram abertos 161 pregões e homologados 136. Este ano, até maio, já foram promovidos 85 pregões e homologados 36. “Hoje, quando um usuário vai a uma Unidade Básica e percebe que não há mais falta de medicamento, pode dizer que parte disso se deve ao pregão eletrônico”, conclui Weiser.
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