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A poliomielite, mais conhecida como paralisia infantil, está erradicada no Brasil desde 1989, quando foi registrado o último caso. Apesar disso, a Campanha Nacional de Vacinação Infantil continua sendo realizada, porque a doença ainda ocorre em várias partes do mundo (África, Subcontinente Indiano). Como o movimento global de pessoas cresceu vertiginosamente nos últimos anos, há a ameaça constante de reintrodução do vírus selvagem em países como o Brasil, onde a pólio já foi eliminada. Este ano, a primeira etapa da Campanha será realizada no dia 16 de junho para menores de cinco anos.
A doença é causada por um enterovírus, denominado poliovírus (sorotipos 1, 2 e 3). A transmissão pode se dar de pessoa a pessoa através de contato fecal-oral, o que é crítico em situações onde as condições sanitárias e de higiene são inadequadas. Crianças de baixa idade, ainda sem hábitos de higiene desenvolvidos, estão particularmente sob risco. O poliovírus também pode ser disseminado por contaminação fecal de água e alimentos.
Por isso, a única medida eficaz para manter erradicada a circulação do poliovírus é a vacinação, que deve ser feita mesmo nas crianças em que a carteira está atualizada. Além da vacina contra a pólio, será possível atualizar doses em atraso da Tetravalente (contra difteria, tétano, coqueluche), Tríplice Viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) e contra Hepatite B. Quem estiver na faixa etária indicada será vacinado ainda contra o Rotavírus. A relação completa de postos será divulgada no Diário Oficial, nas próximas semanas.
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Vacina, Higiene, Água, Carteira.

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